QUEM PODE NOS SALVAR?

Cipó cabloco tá subindo na viola
chegou a hora do pinheiro balançar
sentir o cheiro da mata da imburana
descansar morrer de sono na sombra da barriguda de nada vale tanto esforço do meu canto pra nosso espanto tanta mata haja vão matar tal mata atlântica e a próxima amazõnica arvoredos seculares impossível replantar que triste sina teve o cedro nosso primo desde menino que eu nem gosto de falar depois de tanto sofrimento seu destino
virou tamborete, mesa, cadeira, balcão de bar quem por acaso ouviu falar da sucupira
parece até mentira que o jacarandá
antes de virar poltrona, porta, armário
mora no dicionário vida eterna milenar.
Quem hoje é vivo corre perigo
E os inimigos do verde, da Sombra
O ar que respira e a clorofila das matas virgens destruídas bom lembrar
que quando chegar a hora é certo que não demora. Não chame Nossa Senhora, só quem pode nos salvar, É caviúna, cerejeira, baraúna, imbuia, pau-d'arco, solva, juaceiro, jatobá, Gonçalo-alves, paraíba, itaúba, louro, ipê, paracaúba,
peroba, massaranduba, carvalho, mogno, canela, imbuzeiro, catuaba, janaúba, arueira, araribá, pau-ferro, angico, amargoso,
gameleira, andiroba, copaíba, pau-brasil, jequitibá.
( Matança Jatobá)

QUEIMADAS

Nos últimos 35 anos, a Amazõmia Brasileira já perdeu quase 17% de sua cobertura Florestal devido às atividades humanas, em particular a crescente expansão da gropecuária e exploração ilegal de medira.

O planeta está enviando sinais cloros que não podemos mais evitar.

Corremos o risco de perder a maior floresta tropical do mundo e toda uma biodiversidade que sequer foi bem estudada.

Pela ação do fogo grandes extensões de selva podem ser devastadas em pouco tempo, provocando a fuga ou mesmo a morte da fauna local e prejuísos consideráveis às atividades econômicas humanas.

O resultado dessa prática, aparentemente econômica, mas muito onerosa no futuro, é a destruição da paisagem, a perda de grande parte das reservas florestais, o comprometimento do equilíbrio ecológico.
Exerça a sua cidadania denunciando os infratores.

LIMOEIRO

 






A Associação Esportiva Limoeiro é uma entidade sem fins lucrativos de caráter esportivo.


Foi fundada por atletas remanescentes da comunidade ribeirinha denominada Limoeiro as margens do Rio São Miguel afluente do Rio Guaporé.

Na década de 80 os moradores daquela localidade foram despejados de suas casas para a criação de uma unidade de conservação ambiental.

O Limoeiro é hoje uma das equipes mas forte do município, sendo tetra campeão municipal. Em 2007 foi a primeira equipe da cidade a conquistar a Copa Vale do Guaporé.

Suas cores oficiais são branco, verde amarelo (alvo-verde-canario). Tem como presidente o Professor Nivaudo Alves Dos Santos e como diretor Técnico-Social o Sr. Francisco Gonçalves Torres- Chiquinho, estes com muita luta vem garantindo a equipe em condição de favoritismo aos títulos que disputa. Atualmente é Campeão municipal.
HINO DO LIMOEIRO FC (em fase de aprovação)

Eia! Avante! Limoeiro formoso, o porvir que t’espera vitórias

És grande, forte, imortal. Viveras pra VENCER e VENCER!

A pé seguiremos teus passos! Povo guereiro, bravo lutador

Guardião de nossas batalhas. Pra você viver e VENCER!

No palco nobre da vida, és alegria de um povo!

No campo, rio e floresta. O seu lema é VENCER!

O Guaporé é teu reino, de riqueza ,Sereno a correr,

Doces veias profundas. Impondo o lema VENCER!
Salve minha equipe gloriosa! Aureverde limoeiro querido

O meu coração é Limoeiro, Limoeiro, limoeiro até morrer!





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UM POUCO DE MIM


 
"Se você é capaz de tremer de indignação a cada vez que se comete uma injustiça no mundo,

então somos companheiros".Che Guevara
Qem nunca parou p/ pensar nas amizades q fez e q deixou p trás,

em algum momento de suas vidas...

tem hrs q paramos e percebemos como o

tempo passou e nossos velhos amigos se foram,

alguns nós nunca mais falamos,

mas gostariamos de rever e conversar...
... AMO PRAIA!!

"SOU PRAIEIRO....

SOU GUERREIRO!!

QUERO MAIS O QUE!!!?"

"QUERO MAIS VERÃO,

QUERO MAIS TESÃO!

QUERO MAIS VERÃO..

QUERO MAIS DINHEIRO!

QUERO PRAIA E SOL..

QUERO NAMORAR!!

QUERO Rio Guaporé!!

Sou BRASILERO, s

ou BEIRADEIRO!"

adoro o calor e todos os seus atributos..

Curto uma praia e muito sol!

homem público,

nascido as margens direita do Rio Guaporé

na comunidade quilombola Santo Antonio.

A infância vivi no alto guaporé deliciando a liberdade de

poder fazer e comer tudo de gostoso que a natureza oferece.

Mas tudo mesmo! hoje sou um grande homem,

professor amante e defensor do ensino público.

Amo a milha família, acredito em Deus e as vezes nos homens.

Sou cumpanheiro daqueles que aceditam na democracia planetária e

lutam por um bem comum.

Sou contra qualquer tipo de imposição e odeio a ijustiça,

por não ser Divina.

Acredito ainda, que se não há guerrilha,

para que os guerreiros.

"Mas se não tiver com quem lutar luto comigo mesmo."

SUA MAJESTADE CASTANHEIRA

A castanheira ( Bertholletia excelsa), também conhecida como castanheira-do-Brasil, é a mais famosa espécie de árvore nativa da Amazônia. É encontrada em vários países da América do Sul, como Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Suriname, Guiana Francesa e Guiana, mas as maiores concentrações estão na Amazônia Brasileira. A espécie ocorre em todos os estados da Amazônia Legal ( Acre, Amapá, Amazônas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), sendo que os estados do Pará, Mato Grosso, Amazõnas, Acre e Maranhão concentram as maiores populações de castanehiras.
Árvore de grande porte, a castanheira chega a atingir até 60 metros de altura e diâmetro, na base, superior a 4 metros. A castanheira é encontrada em matas de terra firme, muitas vezes formando agrupamentos, mais ou menos extensos, conhecidos como castanhais, onde se encontram associadas a outras espécies de árvores de grande porte. Os frutos, conhecidos como ouriços, são lenhosos, esféricos, atingindo entre 10 a 15 centrímetros de diâmetro, pesando até 1,5 Kg, e contendo até 25 sementes. Diversas espécies de fauna, incluindo pássaros e mamíferos (como roedores e primatas). utilizam-se destas semsntes para seu alimento.
A castanha (semente da castanheira) é um alimento rico. Quando desidratada, possui cerca de 17% de proteína e seu teor de gordura chega a 67%. Além de ser consumida in natura, a castanha pode ser utilizada para produção de óleo que tem várias aplicações, como na gastronomia, fabricação de sabonetes, de cosméticos e até como lubrificante.
Desde o século 19, a castanheira é muito importante para a economia da região amazônica. Utilizada para a alimentação de comunidades tradicionais, povos indígenas e seus animais domésticos, a castanha chegou a ser um dos principais produtos do extrativismo regional, ocupando grande contingente de mão-deõbra - nos castanhais e nas cidades, onde o produto era beneficiado. Hoje em dia, a castanha-do-Brasil ainda é um importante produto do extrativismo regional, principal fonte de renda para inúmeras comunidades, mas a produção brasileira de castanha é exportada para os Estados Unidos e países europeus, com Alemanha, Inglaterra e Itália.
A madeira da castanheira é considerada excelente para aproveitamento industrial. Em geral, a árvore apresenta um troco reto, muito regular da base da árvore até sua copa. Sua madeira é muito resistente, de fácil processamento, e considerada bonita, podendo ser utilizada para a construção cívil e naval, assim como para a fabricação de pisos, forros,painéis decorativos, embalagens e e compensados. O corte de castanheiras nativas foi proibido por decreto federal em 1994 (Decreto 1.282, de 19 de outubro de 1994).
No entanto, ainda hoje a exploração de forma ilegal e o desmatamento desenfreado a torma espécie anaçadas.

Che Guevara

Nascido em 14 de junho de 1928 na cidade de Rosário, Guevara foi o primeiro dos cincos filhos do casal Ernesto Lynch e Celia de la Serna y Llosa. Sua mãe foi a principal responsável por sua formação porque, mesmo sendo católica, mantinha em casa um ambiente de esquerda e sempre estava cercada por mulheres politizadas. Desde pequeno, Ernestito - como era chamado - sofria ataques de asma e por essa razão, aos 12 anos, se mudou com a família para as serras de Córdoba, onde morou perto de uma favela. A discriminação para com os mais pobres era comum à classe média argentina, porém Che não se importava e fez várias amizades com os favelados. Estudou grande parte do ensino fundamental em casa com sua mãe. Na biblioteca de sua casa - que reunia cerca de 3000 livros - havia obras de Marx, Engels e Lenin, com os quais se familiarizou em sua adolescência. Em 1947, Ernesto entra na Faculdade de Medicina da Universidade de Buenos Aires, motivado em primeiro lugar por sua própria doença, desenvolvendo logo um especial interesse pela lepra. Em 1952, realiza uma longa jornada pela América do Sul com o melhor amigo, Alberto Granado, percorrendo 10.000 km em uma moto Norton 500, apelidada de 'La Poderosa'. Observam, se interessam por tudo, analisam a realidade com olho crítico e pensamento profundo. Os oito meses dessa viagem marcam a ruptura de Guevara com os laços nacionalistas e dela se origina um diário. Aliás, escrever diários torna-se um hábito para o argentino, cultivado até a sua morte. No Peru, trabalhou com leprosos e resolveu se tornar um especialista no tratamento da doença. Che saiu dessa viagem chocado com a pobreza e a injustiça social que encontrou ao longo do caminho e se identificou com a luta dos camponeses por uma vida melhor. Mais tarde voltou à Argentina onde completou seus estudos em medicina. Foi convocado para o exército, porém, no momento estava incompatibilizado com a ideologia peronista. Não admitia ter de defender um governo autoritário. Portanto, no dia da inspeção médica, tomou um banho gelado antes de sair de casa e na hora do exame teve um ataque de asma. Foi considerado inapto e dispensado. Já envolvido com a política, em 1953 viajou para a Bolívia e depois seguiu para Guatemala com seu novo amigo Ricardo Rojo. Foi lá que Guevara conheceu sua futura esposa, a peruana Hilda Gadea Acosta e Ñico Lopez, que, futuramente, o apresentaria a Raúl Castro no México. Na Guatemala, Arbenz Guzmán, o presidente esquerdista moderado, comandava uma ousada reforma agrária. Porém, os EUA, descontentes com tal ato que tiraria terras improdutivas de suas empresas concedendo-as aos famintos camponeses, planejou um golpe bem sucedido colocando no governo uma ditadura militar manipulada pelos yankees. Che ficou inconformado com a facilidade norte-americana de dominar o país e com a apatia dos guatemaltecos. A partir desse momento, se convenceu da necessidade de tomar a iniciativa contra o cruel imperialismo. Com o clima tenso na Guatemala e perseguido pela ditadura, Che foi para o México. Alguns relatos dizem que corria risco de vida no território guatemalteco, mas essa ida ao México já estava planejada. Lá lecionava em uma universidade e trabalhava no Hospital Geral da Cidade do México, onde reencontrou Ñico Lopez, que o levou para conhecer Raúl Castro. Raúl, que se encontrava refugiado no México após a fracassada revolução em Cuba em 1953, se tornou rapidamente amigo de Che. Depois, Raúl apresentou Che a seu irmão mais velho Fidel que, do mesmo modo, tornou-se amigo instantaneamente. Tiveram a famosa conversa de uma noite inteira onde debateram sobre política mundial e, ao final, estava acertada a participação de Che no grupo revolucionário que tentaria tomar o poder em Cuba. A partir desse momento começaram a treinar táticas de guerrilha e operações de fuga e ataque. Em 25 de novembro de 1956 os revolucionários desembarcam em Cuba e se refugiam na Sierra Maestra, de onde comandam o exército rebelde na bem-sucedida guerrilha que derrubou o governo de Fulgêncio Batista. Depois da vitória, em 1959, Che torna-se cidadão cubano e vira o segundo homem mais poderoso de Cuba. Marxista-leninista convicto, é apontado por especialistas como o responsável pela adesão de Fidel ao bloco soviético e pelo confronto do novo governo com os Estados Unidos. Guevara queria levar o comunismo a toda a América Latina e acreditava apaixonadamente na necessidade do apoio cubano aos movimentos guerrilheiros da região e também da África. Da revolução em Cuba até sua morte, amargou três mal-sucedidas expedições guerrilheiras. A primeira na Argentina, em 1964, quando seu grupo foi descoberto e a maioria morta ou capturada. A segunda, um ano depois de fugir da Argentina, no antigo Congo Belga, mais tarde Zaire e atualmente República Democrática do Congo. E por fim na Bolívia, onde acabaria executado. Sem a barba e a boina tradicionais, disfarçado de economista uruguaio, Che Guevara entrou na Bolívia em novembro de 1966. A ele se juntaram 50 guerrilheiros cubanos, bolivianos, argentinos e peruanos, numa base num deserto do Sudeste do país. Seu plano era treinar guerrilheiros de vários países para começar uma revolução continental. Guevara foi capturado em 8 de outubro de 1967. Passou a noite numa escola de La Higuera, a 50 quilômetros de Vallegrande, e, no dia seguinte, por ordem do presidente da Bolívia, general René Barrientos, foi executado com nove tiros numa escola na aldeia de La Higuera, no centro-sul da Bolívia, no dia seguinte à sua captura pelos rangers do Exército boliviano, treinados pelos Estados Unidos. Sua morte, no dia 9 de outubro de 1967, aos 39 anos, interrompeu o sonho de estender a Revolução Cubana à América Latina, mas não impediu que seus ideais continuassem a gozar de popularidade entre as esquerdas. Os boatos que cercaram a execução de Che Guevara levantaram dúvidas sobre a identidade do guerrilheiro. A confusão culminou no desaparecimento dos seus restos mortais, encontrados apenas em 1997, quando o mundo recordava os trinta anos de sua morte, sob o terreno do aeroporto de Vallegrande. O corpo estava sem as mãos, amputadas para reconhecimento poucos dias depois da morte, e contrabandeadas para Cuba. Em 17 de outubro de 1997, Che foi enterrado com pompas na cidade cubana de Santa Clara (onde liderou uma batalha decisiva para a derrubada de Batista), com a presença da família e de Fidel. Embora seus ideais sejam românticos aos olhos de um mundo globalizado, ele se transformou num ícone na história das revoluções do século XX e num exemplo de coerência política. Sua morte determinou o nascimento de um mito, até hoje símbolo de resistência para os países latino-americanos.